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29 de set. de 2014

Meus filmes de locadora

postado por Unknown


Alguns talvez muitos anos atrás não existia DVD, netflix ou essa história de download e ter uma videocassete de um filme era raridade. Então, toda vez que eu queria ver um filme eu tinha que ir a uma locadora. Percebi esses dias que quase não existem mais locadoras devido a facilidade da internet. Não sei por que tal constatação me deixou nostálgica. Eu sempre ia a mesma locadora e alugava os mesmos filmes. Sempre. Tanto que o dono tentava me persuadir a conhecer novos filmes, mas eu insistia nos meus queridinhos. E no tempo que eu ficava com eles, normalmente a locação era por uma semana, eu os assistia repetidamente. 

Resolvi listar para vocês os filmes que eu mais alugava quando era criança.

1. Harry Potter e a Pedra Filosofal (2001)
Acho que esse era o filme que eu mais pegava na locadora. Depois de ter lido todos os livros da saga que existiam até então, eu simplesmente precisava ver o filme diariamente. Meus pais não aguentavam mais! Nesse primeiro filme da série, Harry Potter descobre que é um bruxo e vai para a escola de magia e bruxaria de Hogwarts onde conhece Rony e Hermione e descobre que o vilão Lorde Voldemort ainda está vivo.

2. Anastasia (1997)
Toda menina precisa de um filme de princesa para ser seu favorito. O meu sempre foi Anastasia que não é da Disney e sim da Fox Animation. O desenho é um verdadeiro conto-de-fadas baseado na história verídica do desaparecimento da princesa Anastasia Romanov, da Rússia. A animação ainda é musical, cheia de canções lindas e ainda tem o Dimitri, um mocinho bem diferente dos outros filmes do tipo. Eu era apaixonada por ele quando criança!

3. Matilda (1996)
Meu amor por esse filme é tão grande que se estendeu par ao musical da Broadway que estreou em 2013. Matilda é uma garota de seis anos prodígio que é totalmente rejeitada pelos pais que não aceitam uma filha inteligente que prefere ler a assistir TV. Quando finalmente entra pra escola Matilda conhece a fofa professora Honey, a horrível diretora Trunchbull e descobre que possui poderes paranormais!

4. O Jardim Secreto (1993)
Diferente dos outros filmes da lista, "O Jardim Secreto" é um drama baseado na obra de Frances Hodgson Bunett.  Apesar do enredo ser um pouco triste, o filme é lindo!  Mary é uma orfã um pouco rebelde que vai morar na mansão do seu tio. Lá ela conhece seu mimado e doente primo Colin e Dickon, um garoto muito gentil que é irmão de uma das empregadas. Mary logo descobre nos terrenos da casa um jardim abandonado que com seus cuidados, se torna um lugar maravilhosa onde coisas impossíveis acontecem.

Quais são os seus filmes de locadora? Me contem nos comentários! Beijos.

20 de jul. de 2014

Séries da minha infância

postado por Unknown

Nessa época do ano todas as séries que eu acompanho, assim como todas as séries em geral, entram em “hiatus” o que significa que os próximos episódios demoraram algum tempo para irem ao ar. Para amenizar o sofrimento e a abstinência, sempre procuro alguma outra coisa pra ver, de preferencia alguma série antiga que já tenha terminado e que eu possa ver até esse período doloroso  acabe.

Pensando nisso resolvi  juntar algumas séries dos anos 2000 que são ÓTIMAS pra esse tipo de caso. Vocês vão reparar que todas passaram no SBT na época (uma salva de palmas pro SBT por trazê-las pra TV aberta em uma época que a TV a cabo era para poucos).

Gilmore Girls/Tal Mãe, Tal Filha (2001) - 7 temporadas

Foi quando engravidou aos 16 anos que Lorelai Gilmore resolveu procurar seu próprio caminho, saindo da casa dos pais e deixando sua vida cheia de regras e luxo para trás. Ela e Rory, agora com 16 anos, moram na pequena cidade de Stars Hollow. O roteiro da série foca na rotina das "garotas Gilmore", e em seus relacionamentos familiares e amorosos sempre com diálogos engraçados e leves.




Everwood (2002) - 4 temporadas

Após perder a esposa em um acidente de carro, o Dr. Brown decide se mudar com os seus dois filhos para a pequena cidade de Everwood. Lá, o cirurgião abre uma clínica  onde presta serviços gratuitos para a população, motivo para o  conflito que se inicia com o outro médico da cidade. Ephram, o filho mais velho, tem dificuldade para se adaptar mas logo passa a se interessar por Amy, uma garota local.


Smallville/As Aventuras do Superboy (2001) - 10 temporadas

Smallville é uma cidade no Kansas onde o adolescente Clark Kent reside desde que chegou à Terra.  Tentando ter uma vida normal, Clark se relaciona com as pessoas da sua cidade ao mesmo tempo em que tem que lidar com suas raízes alienígenas e lutar contra os famosos vilões conhecidos dos fãs do Super-Homem.



One Tree Hill/Lances da Vida (2003) - 9 temporadas

Quando Lucas Scott entra para o time de basquete do colégio ele tem de lidar com a pressão do pai que nunca o aceitou ou o reconheceu e com o temperamento difícil do meio-irmão Nathan, que tem como objetivo infernizar a vida de Lucas.



The O.C/Um Estranho no Paraíso - 4 temporadas

A série traz a história de Ryan, um adolescente problemático, que se muda para Orange Country a convite do advogado Sandy Cohen. O que deveria ser apenas uma mudança provisória, se torna permanente e Rya se vê em um mundo totalmente diferente, com famílias de classe média alta e seus conflitos.



8 de jun. de 2014

Por que assistir A Culpa é das Estrelas?

postado por Unknown


Mais um filme desse mês que está merecendo uma resenha. A Culpa é das Estrelas, provavelmente é uma das adaptações cinematográficas mais esperadas do ano. A expectativa era grande pra ver como ficaria a história nas telonas mais famosa de John Green e posso dizer que não me decepcionei.

Confesso que, apesar de gostar bastante da história, sempre achei esse livro superestimado.  Não me matem, queridos leitores, mas dentre todos os livros que eu já li do Green, prefiro muito mais “Quem é você, Alasca?”. Mas a história de Hazel Grace e Augustus Waters tem os seus méritos.

De qualquer forma, fui assistir TFIOS (The Fault in Our Stars) e não me arrependi. Para os fãs mais desesperados: está tudo lá. A participação de John Green na produção foi crucial para que o filme se tornasse uma das adaptações mais fieis que eu já vi nos meus 22 anos de estrada nessa vida. Falas e cenas exatamente iguais nos fazem perceber que estamos literalmente vendo o livro ganhar vida. É claro que algumas pequenas coisas foram cortadas ou mudadas, mas nada que faça muita diferença.

O que realmente me deixou de boca aberta, foram as atuações. Todos os atores estão de parabéns. Shailene Woodley faz uma Hazel sensível e delicada assim como no livro e Nat Wolff encarna um Isaac engraçado, responsável por grande parte das cenas em que o cinema explodiu em risadas. Agora, Ansel Elgort merece uma atenção especial por que, eu não consigo imaginar um ator que faria um Gus tão exatamente igual ao criado pelo John Green. O.k., pode ser que fisicamente ele não seja tão parecido, mas todo o resto é absurdamente perfeito.

Os cenários são todos coloridos e bem adolescentes, como já era de se esperar. Percebi que do começo ao meio do filme poucas cenas têm música de fundo e quando a trilha começa a aparecer menos timidamente já é pra colaborar com aquele aperto no coração que até os mais frios sentem lá para o final.

John Green diz que a história é “sobre dois adolescentes com câncer, mas não é sobre câncer”. Nunca concordei com isso. Pra mim o livro é sim sobre câncer! Mas existem outras coisas nela, lições que servem para qualquer pessoa, independente do seu estado de saúde ou do tipo de problema que enfrenta. A vida pode ser boa mesmo assim.

Ah, sim. Eu chorei muito!


5 de jun. de 2014

Malévola: a nova versão de um clássico

postado por Unknown



Se é da Disney eu já tô lá. Não importa onde nem quando. Meu amor pelas produções da empresa do ratinho mais famoso do mundo é inegável, então meu coração começou a palpitar desde que saiu o primeiro teaser de Malévola.

Sempre tive muito medo dessa mulher. Pra mim ela é uma das piores vilãs da Disney clássica e mesmo com 23 anos nas costas, continuo tendo os mesmos sentimentos de sempre pelos personagens dos desenhos mais famosos. Consequentemente continuo morrendo de medo dela.

Fui para o cinema já sabendo que esse novo filme mostraria uma visão diferente da história de A Bela Adormecida, mas ainda assim me surpreendi em todos os aspectos. Passei mal, gente.

Começando por Angelina não-fico-velha-nunca Jolie. Muita gente torceu o nariz quando foi veiculado que ela seria a atriz responsável por trazer Malévola para os cinemas. Até eu fiquei meio preocupada, mas ela simplesmente quebrou tudo. Não consigo imaginar uma pessoa melhor para o papel. Ela faz o sotaque britânico direitinho, ta?

Para os mais exigentes, os elementos da história original ainda estão lá: as três fadas madrinhas e seus presentes mágicos para Aurora (falta um, mas beleza), a cerca de espinho criada pela Malévola em volta do castelo e o Philip, o príncipe encantado da vez. Mas, obviamente, o foco é a história de vida da nossa querida vilã então as novidades estão no passado dela.

Malévola passou por muita coisa tensa nessa vida que acabou a deixando cega de ódio e de desejo de vingança. A maldição lançada sob Aurora (aquela que diz que ela furará o dedo em uma roca de fiar e cairá e um sono profundo blábláblá) é resultado de uma traição horrível que a fez perder a confiança em tudo e em todos.

Fiquei maravilhada com a história dela e o desenrolar do filme. Eu bem sei que muitas pessoas vão simplesmente odiar essa nova visão dada ao clássico e vão rotular o longa como um “blockbuster”. Sinceramente, não vejo nada de mal em filmes criados para baterem recordes (o que é o caso desse). É sim uma super produção, cheia de efeitos especiais e algumas – poucas – cenas de luta e, como em todo filme da Disney, ainda tem uma belíssima lição de moral no final.

Sem dar spoilers, só posso me limitar a dizer que foi muito emocionante ver essa versão no cinema. Lá para quase no final já dava pra perceber como as coisas terminariam, mas quer saber? Pela primeira vez, ter percebido o final antes de acontecer não interferiu em nada no meu surto. Eu não sabia se chorava, se ria, se abraçava os amigos, se dava cambalhota no meio do cinema... E nada melhor do que um filme que te faz se sentir em um caleidoscópio de emoções.


Antes de finalizar, uma salva de palmas para a trilha sonora criada por James Newton Howard que é responsável por grande parcela da dor que eu senti no meu coração durante todo o filme.


15 de mar. de 2014

Meus boxes de séries da BBC

postado por Unknown

Março começou  sendo um mês de realizações materiais. Resolvi comprar três boxes da BBC que eu sempre quis! Nada como comprar aquelas coisinhas que há tempos você sonhava em por as mãos, certo? Certo!

Se eu tiver que escolher algum canal favorito, com certeza a BBC vai entrar na disputa dos finalistas. Todas as produções feitas pelo canal são deslumbrantes visualmente falando e absurdamente bem produzidas e dirigidas. Já deu pra perceber que sou fã, né? Por isso que é com infinita satisfação que eu vos apresento as minhas novas séries:

Sherlock

“Elementary” que me desculpe, mas nenhuma versão televisa do detetive mais conhecido do mundo supera a feita pelo canal britânico. Com lançamento em 2010 e já com três temporadas, “Sherlock” traz o maravilhoso e excepcional (além de brilhante e charmoso) Benedict Cumberbatch na pele do protagonista com o igualmente talentoso Martin Freeman (O Hobbit) como Watson. A série que é produzida por Steven Moffat (alô whovians) é um show de edição, roteiro, fotografia, atuação e Jesus, me segura que se eu começar a falar não paro mais! Vale super a pena conferir!



Doctor Who

Já que citei o Moffat lá em cima, vou parti pra essa série que aquece o coração e que eu amo tanto. Já tinha falado dela aqui no blog, mas nunca é demais. Esse box é da primeira temporada (que ainda não contava com as maluquices do Moffat) da versão mais atual de Doctor Who. Ano passado a série completou 50 anos de muita nerdisse e diversão. Muita gente acha DW bobo, principalmente essas primeiras temporadas em que os efeitos especiais não eram muito nenhum pouco convincentes. Só posso dizer que essas pessoas têm coração de gelo, hunf.


Jane Austen


Relembrando a época do saudoso Orkut e seus depoimentos, assim começo essa pequena descrição: O que falar dessa maravilha de box que eu mal recebi e já amo pakas? Esse trabalho lindo da BBC (todo lilás, fofíssimo) não foi intitulado “O Melhor de Jane Austen” à toa. Ele traz as adaptações feitas pelo canal das cinco principais obras da romancista: “Orgulho e Preconceito”, “Persuasão”, “Emma” e “Razão e Sensibilidade”. Até agora só vi o primeiro e só tem elogios a dar. Como dito na resenha que postei aqui, amo Orgulho e Preconceito, é um dos meus livros favoritos e a BBC conseguiu passar muito mais do que bem a história para as telinhas. Uma das melhores adaptações que eu já vi!

   (saudades resolução!)

Estou muito feliz e contente com os meus presentes. O que acharam? Vou deixar mais fotos deles aqui! Beijos!







2 de fev. de 2014

A Menina que Roubava Livros

postado por Unknown



Assim que eu comprei os ingressos para ver A Menina que Roubava livros eu soube que não podia e não queria ver esse filme. Apesar de ter lido o livro homônimo de Markus Zusak e ter absolutamente amado, fiquei receosa por vários motivos. Primeiro por temer que a adaptação não ficasse à altura do livro que é um dos meus favoritos, segundo por que sempre tive certo tipo de aversão a filmes que se ambientam em dois momentos históricos específicos: a época da escravidão e nazismo.

A história criada por Zusak se passa na Alemanha nazista e tem como protagonista Liesel Meminger. O livro é narrado pela Morte que encontra Liesel pela primeira vez no enterro de seu irmão mais novo, que morreu durante uma viagem de trem que faziam. Com perigo que a assola por ser comunista, a mãe de Liesel a entrega para uma família em Molching (cidade fictícia). Sem muita instrução e atrasadas nos estudos, a garota sofre na escola. O pai adotivo, Hans Hubermann é quem a ensina ler e alimenta o interesse de Liesel por livros, os quais ela começa a roubar da casa do prefeito.

Os livros para Liesel são como uma escapatória da realidade terrível que ela e seus familiares vivem. Além do medo da guerra, a família Hubermann ainda vive com a tensão de encobrir um segredo que poderia significar a vida ou a morte de todos: eles escondem um judeu foragido no porão.

Não é à toa que eu tenho receio de ver filmes sobre o nazismo. Eles sempre me tocam e são, como já era de se esperar, horrivelmente tristes. Triste por que é difícil acreditar que o ser humano conseguiu fazer tanta atrocidade com o próximo. Então, eu sabia que não estava preparada psicologicamente para ver essa adaptação e, como percebi tardiamente, realmente não estava.

Fui em uma sessão lotada e durante todo o filme eu percebi a reação das pessoas. As risadas, o silêncio brusco pela preocupação com os personagens, a indignação com os absurdos nazistas e os inevitáveis soluços e lágrimas que ocorreram desde o começo. A reação de uma plateia diz muito sobre o espetáculo.

Sobre a adaptação da história em si poucas coisas foram ignoradas no filme e não percebi nada de importante faltando. Todas as cenas essenciais e memoráveis no livro estão no longa-metragem o que  até acabou o deixando um pouco longo. Mas tudo o que é mostrado é necessário para mostrar que o nazismo era a realidade daquelas pessoas, mas que em algumas a humanidade falava mais alto. No quesito fidelidade à obra, o filme não falha.

O diretor Brian Percival (que por sinal é diretor de uma das minhas séries preferidas, “Downton Abbey”) conseguiu misturar no drama que o assunto exige algumas falas divertidas e tomadas leves que servem pra você respirar fundo e aquecer seu coração um pouco antes de voltar a lagrimar. A fotografia é excelente e, apesar de se passar em um momento sombrio da história da humanidade, o filme conseguiu trazer algumas cores em meio ao cinza e branco do inverno alemão.

Durante a leitura imaginei Liesel, Rudy, seu melhor amigo, e o judeu Max um pouco menos arrumados e mais sujos do que o que é mostrado no filme.  Os personagens foram colocados de forma mais apresentáveis, mas isso não me incomodou por que todo o resto compensa. O amor que Liesel tem pelos pais, por Rudy e por Max é forte, inocente e esperançoso de uma forma tão bruscamente contrária ao ódio, intolerância e preconceito que são pregados ao redor dela que não tem como não se emocionar. 


24 de jan. de 2014

The Mindy Project, a comédia que você precisa ver!

postado por Unknown


 


Eu tenho algum problema com séries de comédia. Simplesmente não consigo achar engraçado. Por mais bem feita que seja, e por mais incrível que seja o elenco, eu nunca me dei com programas desse estilo. Nem as aclamadas The Big Bang Theory ou How I Met Your Mother me atraíram, e olha que eu me esforcei bastante pra vê-las. Já estava desistindo da comédia até que um dia, depois de ver uma propaganda em um site de séries, eu decidi baixar The Mindy Project e aí tudo mudou.

A série que passa desde 2012 na FOX traz a história de Mindy Lahiri, uma obstetra e ginecologista que trabalha em um consultório particular com mais dois médicos. A protagonista é interpretada por Mindy Kaling que também é a criadora, roteirista e produtora do programa. 

Mindy é uma mulher insegura nos seus relacionamentos amorosos e tenta balancear a vida pessoal com a profissional. Fã de carteirinha de comédias-românticas, principalmente das protagonizadas por Meg Ryan, Mindy tem como objetivo de vida ser uma mulher diferente. Depois de ser chutada pela namorado – que casou com outra – ela decide perder peso, controlar os gastos, ser mais delicada e outras coisas mais. Tudo para que consiga encontrar o novo homem dos seus sonhos. 

Claro que tudo isso é feito em meio a muitas piadas. Acho que devo todo o meu apresso a essa série à Mindy Kaling. Ela é um gênio de interpretação. Suas expressões e naturalidade só deixam tudo melhor. The Mindy Project não tem aquele humor escrachado, mas sempre me faz gargalhar pela simplicidade do texto e as situações corriqueiras que aparecem na história. Os episódios são muito bem escritos e tem a medida certa: os 20 minutos de cada um são suficientes para te relaxar.

Mindy também é super moderna e gente como a gente. Ela sempre cita coisas que todos nós amamos como Harry Potter, Hunger Games ou One Direction! E o melhor de tudo: a série ainda tem ship! Impossível assistir e não querer que Mindy e seu companheiro de clínica, Dr. Danny Castellano (Chris Messina) fiquem juntos para toda a eternidade.

A série está na sua segunda temporada e, diferente do que acontece com alguns programas, só vem melhorando! É uma boa dica para quem gosta de comédia.

Promos da 1ª temporada legendados:

 


17 de jan. de 2014

A Princesinha

postado por Unknown


Todos temos aqueles filmes marcantes que vimos na infância e que amaremos até o fim de nossas vidas. Eu tenho vários desses e decidi falar de um deles. Tenho certeza que eu continuarei precisando de horas para me recompor depois de ver esse filme mesmo com 80 anos.

A Princesinha é um daqueles longas que aparentemente foram feitos para crianças, mas quando você olha mais de perto, percebe que todo ser humano deveria assisti. O filme é baseado no conto de Frances Hodgson Burnett, autora também de “O Jardim Secreto”, e dirigido por Afonso Cuáron que dirigiu também "Harry Potter e o Prisioneiro de Azkaban" e o mais recente e premiado "Gravidade".

A inglesa Sarah Crewe é uma garota que mora com o pai na índia. Mesmo sendo órfã de mãe, Sarah cresceu feliz criando histórias mágicas com sua criatividade. Com o começo da 1º Guerra Mundial, o pai de Sarah é convocado para combate e a deixa em um luxuoso colégio interno para meninas em Nova York. Sarah logo criativa grande parte das garotas com suas histórias, mas quando recebe a notícia que seu pai morreu na guerra, é colocada no posto de criada pela terrível diretora do colégio.


Mesmo sendo maltratada, Sarah não deixa de sonhar ou de perder a esperança. Ela age como uma princesa, mas não na arrogância ou nos desejos, mas na postura e na bondade, e ensina as outras garotas a fazerem o mesmo. Essa é a grande mensagem do filme, mostrar que todas as mulheres, independente da idade, da aparência ou posição são princesas e devem se portar e ser tratadas como tal.


Além das amigas estudantes, Sarah faz amizade com a criada Becky, uma garota negra que trabalha no colégio em troca de comida e um teto para morar. Quando Sarah se muda para sótão - que é onde Becky dorme - as duas se agarram às histórias da Índia contada pela garota para se distraírem da fome, frio e sofrimento.

Acho que já deu para perceber que A Princesinha é um filme daqueles que faz você ficar sem dormir durante dias e por uma boa razão.  Ele te faz pensar. E mesmo sendo de 1995, o filme acaba por ser muito atual. Infelizmente ainda vemos muitas pessoas como a Srta. Minchin, a cruel diretora. Pessoas que tem a visão completamente distorcida do que é ser caridoso, já que ela acha que manter as duas garotas como empregadas em condições desumanas é um ato de caridade, e totalmente ressentidas.

Segue o trailer:

6 de jan. de 2014

Filmes gelados para assistir no verão

postado por Unknown


Sim, pessoal. Eu sei que estamos no verão. Mas como diria Mc Bola de Fogo lá pelo ano 2004, o calor tá de matar. Já estamos passando calor demais para ainda ter que ver filmes que são a cara do verão. Não bastasse a vida real ainda ter que ver na telinha ou telona aquele sol escaldante! Como dizem que calor e frio são psicológicos resolvi refrescar um pouco as coisas e fazer uma lista de filmes que são a cara do INVERNO (saudades de você, amigão). Vai saber se você não sente uma brisa geladinha enquanto assiste?


Cliquem nos títulos para verem os trailers

As Crônicas de Nárnia – O Leão, a Feiticeira e o Guarda-Roupa


Os irmãos Pevensie que, para fugir dos bombardeios que acontecem em Londres durante a 2º Guerra Mundial, são enviados para morar na casa de um desconhecido professor. Lá encontram um grande e antigo guarda-roupa que na verdade é uma passagem para Nárnia, um país que foi colocado sob um intenso inverno pela Feiticeira Branca. Ao chegarem Lucia, Susana, Edmundo e Pedro descobrem que existe uma profecia que diz que 2 filhos de Adão e duas filhas de Eva se tornarão reis de Nárnia e acabarão com o reinado da Feiticeira. Claro  que a profecia é sobre os quatro irmãos e claro que eles conhecem diversas criaturas mágicas enquanto estão em Nárnia. Vale a pena ver!

A Era do Gelo

Em plena Era do Gelo na Terra, o mamute Manfred e a preguiça Sid encontram uma mulher que está a beira da morte por ter se jogado de um penhasco com seu bebê ao serem perseguidos por tigres. Ela os entrega o filho e Manfred e Sid recebem a missão de devolver a criança para o grupo de humanos que está acampado do outro lado da passagem glacial. No caminho encontram Diego, um tigre dente-de-sabre que promete levá-los aos humanos. O que eles não sabem é que Diego recebeu a tarefa de levar o bebê para o bando de tigres. Obviamente, tudo dá errado e o tigre começa a se afeiçoar pelos três. Nem preciso explicar por que ele é ótimo para amenizar o calor, certo?



OAmor Não Tira Férias 

Amanda Woods mora nos Estados Unidos e Iris Simpikins em uma pequena cidade da Inglaterra. A primeira tem uma vida luxuosa e a outra leva uma vida extremamente normal. Amanda é forte e astuta enquanto Iris é ingênua e delicada. A única semelhança entre as duas mulheres é o cansaço que sentem com relação aos homens. Ambas se sentem traídas e ao se conhecerem na internet decidem trocar de casas durante o feriado do natal. Amanda vai para Inglaterra, que está afundada em neve, e Iris para a terra do tio Sam! Eu amo MUITO esse filme. É um dos romances favoritos por que ele é muito verdadeiro, simples, se passa no natal e de quebra ainda tem o Jude Law!


Edward Mãos de Tesoura

Edward é uma criação não terminada que ao invés de mãos, tem grandes lâminas que o impede de conviver com outros humanos. Por isso, ele vive isolado em uma mansão que outrora fora do seu criador, que morreu antes de terminá-lo. Certo dia, Edward é descoberto por uma moradora da cidade que o leva para sua casa. Em um primeiro momento, Edward se torna uma celebridade, mas logo ele começa a ser vítima de perseguição dos outros moradores. Não sei nem o que dizer para quem nunca viu esse filme. Acho ele uma obra-prima. Muito sensível, delicado e sombrio como qualquer filme do Tim Burton.  



Frozen

Anna e Elsa são irmãs e eram muito unidas até que um acidente as separou. O poder de Elsa de criar gelo e neve quase matou a irmã mais nova fazendo com que o Rei de Arendelle e pai das meninas, em uma atitude protetora, deixasse Elsa isolada de todos para que aprendesse a controlar os poderes. As garotas crescem e no dia da coração de Elsa, Anna e o resto do reino descobrem os poderes da nova rainha que, assustada, foge e sem querer deixa Arendelle em baixo de neve. Já falei sobre esse filme aqui, então acho que vocês já entenderam como ele é maravilhoso. Mas se nem isso os convenceu, pelo menos vão para aproveitar o ar condicionado do cinema!



O que vocês acharam da listinha? Dá pra sentir um friozinho?

29 de dez. de 2013

Minisséries para ver nas férias

postado por Unknown



2014 vem aí. Ano novo, vida nova. Livros novos, séries novas. Muita gente vai ter alguns dias de paz e sossego sem precisar estudar ou trabalhar. Nada melhor do que preencher o tempo ocioso com uma super série de TV, certo? Certo! Por isso separei algumas produções que vão te prender na cadeira por algumas horinhas.

Como as férias passam rápido, resolvi limitar a dica para minisséries ou séries com temporadas mais curtas, mas não se revolte. Logo mais farei um post específico para as séries mais longas.

Vamos lá:

The White Queen (BBC/2013 – 10 episódios)

É uma adaptação da série de livros “The Women on the Cousin’s War” de Phillippa Gregory que se passa na época da Guerra das Rosas em que os Yorks (rosa branca) e os Lancasters (rosa vermelha) lutaram pelo trono britânico durante 30 anos. Claramente o foco da série são as três mulheres que estão por trás da luta das duas casas: Elizabeth Woodville, Anna Neville e Margaret Beaufort. Apesar do enredo, os fatos não são precisos historicamente falando, o que gerou algumas críticas negativas. Mas eu, amante da história da realeza inglesa, não liguei. Phillippa Gregory apenas segue uma das diversas versões dos fatos históricos. Ela não inventou nada. Existem várias lendas em torno dessa época (por exemplo, o mistério dos Princípes na Torre) e The White Queen apresenta uma delas. A série concorre em duas categorias no Globo de Ouro 2014.



My Mad Fat Diary (E4/2013 – 6 episódios)

Já falei sobre essa série aqui, mas não me canso de dizer como MMFD é ótima. Finalmente uma série que mostra os problemas de uma adolescente e que vai além dos clichês. Rae Earl é uma jovem que mora em Lincolnshire na década de 90 e que acaba de deixar um hospital psiquiátrico onde passou três meses se recuperando de uma tentativa de suicídio. Rae agora tenta se enturmar em um novo grupo de amigos e superar seus problemas emocionais.


Les Revenants (Canal +/2013 – 8 episódios)

Primeira série francesa que assisto e, voilá, amei. A história se passa em uma pequena cidade da França em que, do nada, pessoas mortas começam a reaparecer. Mas, calma, essa não é uma versão europeia de The Walking Dead. Os mortos voltam aparentemente iguais ao que eram antes e sem lembrar o que aconteceu. A série é tão boa que ganhou o Emmy esse ano por melhor série dramática internacional.

Atenção: o trailer abaixo pode conter spoilers!

Broadchurch (ITV/2013 – 8 episódios)

Broadchurch é uma cidade na Inglaterra que é considerada razoavelmente pacata até que o corpo de um garoto de 11 anos é encontrado na praia. O assassinato chama a atenção da imprensa e divide a comunidade já que todos são suspeitos. Para investigar o caso, o novo detetive interpretado por David Tennant, tem que lidar com seus próprios mistérios.

Atenção: trailer com "People Help The People" cantado pela Birdy. Chorei.

Percebi que nessa lista não tem nenhuma produção americana. Todas, com exceção de Les Revenants, são britânicas! Juro que não foi de propósito e vou aproveitar para procurar algumas feitas na terra do Tio Sam.

23 de dez. de 2013

FROZEN - Uma Aventura Congelante

postado por Unknown


Semana de natal bate aquela já conhecida preguiça e nesse final de semana quis dar um tempo nas leituras pra variar, e saí em busca de um filme natalino pra já entrar no clima. Estava pensando em um dos conhecidos, que sempre passa na Sessão da Tarde em dezembro (Esqueceram de Mim, O Milagre da Rua 34, Anjo de Vidro, e outros mais). Mas a internet, senhoras e senhores, conseguiu me surpreender, algo que eu achei que não tinha mais como acontecer. Achei Frozen: Uma Aventura Congelante para ver, e o melhor de tudo: LEGENDADO.

Confesso que pensei muito se deveria ou não fazer esse post, afinal o filme não estreou no Brasil ainda, está programado pra 03 de janeiro. Mas o Aquela Borralheira é um blog pessoal e eu não vou ser hipócrita no meu próprio blog. Sim, assisti na “ilegalidade” por que era um filme que eu estava doente para ver desde o lançamento do trailer e posso dizer que ter visto Frozen só me deixou com mais vontade ainda de ver nos cinemas assim que lançar. Milhares de vezes.

Ok, vamos ao filme.

Eu só consigo dizer uma coisa sobre essa animação: AI MEU DEUS! Eu sou suspeita pra falar de qualquer coisa relacionada à Disney, por que sou dessas que sempre vai amar e se emocionar com os desenhos. Mas Frozen, minha gente, é outro nível. O trailer diz que é a melhor animação desde “O Rei Leão”. Não vou concordar ou discordar, só digo que realmente é algo a se pensar e que os próximos filmes vão ter que se superar.

Frozen nos traz a história da cidade de Arendelle que tem um clima muitíssimo agradável. A família real consiste em o rei, a rainha e suas duas filhas: a pequena Anna e a mais velha, Elsa que possui o poder de criar gelo e neve. Depois de um incidente, em uma decisão paterna muito amorosa mas um pouco drástica, o rei decide afastar Elsa de todos, até mesmo de Anna. Elsa cresce sozinha, fechada em seu próprio mundo, tentando controlar seus poderes. Claro, que ela não consegue e em certo momento Elsa, acidentalmente, condena o reino a um inverno terrível e foge. Anna vai atrás dela e no caminho conhece Kristoff, um homem da montanha, e Olaf, um boneco de neve.

Achei a história magnífica. Amo quando a Disney inova e saí do clichê princesa-encontra-amor. Frozen é muito mais do que isso, é a história de duas irmãs que são totalmente diferentes. Anna é extrovertida, alegre, serelepe enquanto Elsa é insegura e vive com medo. Mas elas formam uma família e é essa a ideia central do filme. Sim leitores, a instituição familiar. Só por isso o filme já merece uma belíssima salva de palmas de cinco minutos consecutivos, mas ainda tem mais.



Olaf é uma das coisas preciosas de Frozen. De verdade, dá vontade de abraçar a tela toda vez que ele aparece. Prevejo milhares de centenas de pelúcias de Olaf sendo vendidas no mundo inteiro se a Disney tiver a decência de lançar. Pensa em uma coisa fofa e depois multiplica por 100 que você terá o Olaf em neve e gelo! Ele é engraçado, carinhoso, inocente, pasmem, ama o verão! Parte da fofura do boneco vem da incrível dublagem feita por Josh Gad, na versão em inglês. Não quero entrar no assunto dublagem por que, pelo que eu vi do filme e do trailer em português, senti muita diferença.



Agora a trilha sonora... Ah, a trilha sonora! O filme poderia ser horrível que eu continuaria amando só pelas músicas. Idina Menzel que dá voz à Elsa já é conhecida pela sua voz (que eu sou apaixonada devido ao musical Wicked em que ela interpretou Elphaba), mas me surpreendi com Kristen Bell. Não fazia ideia que ela cantava tão bem! As músicas são verdadeiras obras-primas. Há tempos não via músicas tão bonitas em filmes da Disney. “Let It Go” é, sem dúvida, a canção da animação e conta com duas versões, uma de Idina e outra gravada por Demi Lovato. A versão de Idina, presente no filme, concorre ao Globo de Ouro 2014 por melhor trilha sonora.




As músicas te dão aquela sensação de que você está assistindo algo mágico, algo Disney. Como já disse, sou muito fã da Disney, mas sei admitir que alguns desenhos são simplesmente bons passatempos. Frozen não é um desses. É um daqueles desenhos que você compra o DVD e assiste todo o natal com a sua família e que daqui anos você ainda estará comentando como faz com qualquer outro clássico da Disney. Isso mesmo, Frozen é um clássico e dos bons!

Dito isso espero que todos não deixem de ver o filme nos cinemas mês que vem. Uma animação boa, fruto de um trabalho de anos (tentativas do filme foram feitas desde 1993!!!) merece ser prestigiado. Não é uma história natalina, mas a fotografia é linda e não tem como não lembrar dessa época do ano com o cenário de gelo, muito bem feito, por sinal.

Edição do post: Vi Frozen no cinema hoje, 28.12 e vim me corrigir: a versão em português está muito boa. Uma salva de palmas especialmente para quem adaptou as músicas. Aproveitem que alguns cinemas já estão passando e não percam essa delícia de filme!

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